Cresce a
mobilização para a manifestação
de 15 de agosto
Pressionar o Congresso Nacional e
o Poder Executivo, em defesa dos direitos dos trabalhadores
e trabalhadores. Com esse intuito, a CUT e a CNM continuam
mobilizando trabalhadores de todo o Brasil para a manifestação
do próximo dia 15 de agosto, em Brasília.
A expectativa da Central Sindical é de que cerca
de 10 mil pessoas estejam nas ruas da capital federal, protestando
contra a reforma da previdência, pela manutenção
do veto à emenda três, entre outras reivindicações.
Além de participar da marcha da CUT, os metalúrgicos
vão montar um acampamento, entre os dias 13 e 15
de agosto, para exigir o Contrato Coletivo Nacional de Trabalho,
a redução da jornada, lutar contra o fator
previdenciário e contra o interdito proibitório
(que é usado pelos patrões para atacar o direito
de greves dos trabalhadores). A idéia inicial é
reunir cerca de 3 mil metalúrgicos no ato. O Meta
conversou com o vice-presidente da CUT Nacional, Wagner
Gomes, que falou sobre as expectativas para o evento.
Meta:
Como está a mobilização para o Dia
Nacional de Lutas?
WG:
Estamos recebendo respostas positivas de todos os estados.
Com isso, a estimativa é de que cerca de 10 mil pessoas
estarão reunidas nas ruas, para o protesto. Entre
as principais reivindicações dos trabalhadores,
está a luta contra a reforma da previdência
e pela manutenção do veto à emenda
3, que pretende retirar direitos dos trabalhadores.
Meta: O eixo principal da
manifestação é a manutenção
dos direitos dos trabalhadores. Como você avalia as
modificações que estão sendo propostas?
WG: O lema da mobilização
do dia 15 já diz tudo. “Nenhum direito a menos.
Só direitos a mais”. Ele sintetiza o sentimento
dos trabalhadores, com relação à retirada
dos direitos que vem sendo proposta pelo governo, principalmente
com a promulgação da emenda 3. E também
significa que repudiamos qualquer tentativa de retirada
de direitos dos trabalhadores e vamos lutar contra isso.
Contamos com a participação de todos os trabalhadores
e toda a sociedade, para mobilizarmos os governantes.
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